quarta-feira, 29 de abril de 2026

Pensamentos e estratégias para a fase de usufruto e FIRE

Olá leitores, tudo bem com vocês?


A busca pela FIRE pra mim vai muito além de apenas aportar e acompanhar os investimentos, estudar sobre o tema é algo que faço de maneira constante.


Um fato que nunca me aprofundei foi sobre as estratégias e ações na fase do usufruto. Como ainda estou relativamente distante cerca de 8-10 anos de me declarar FIRE, nunca me importei muito com assuntos desse espectro.


Meu foco sempre foi aportar, acompanhar a carteira e um misto de deixa lá pra frente quando chegar a hora de declarar FIRE.


Claro que conheço os principais temas relacionados ao usufruto, como regra dos 4%, estratégia dos 3 baldes, etc. mas confesso que nunca me alonguei muito no tema.


Nas últimas semanas mergulhei no tema, não na teoria, mas analisando de forma detalhada os conceitos, estratégias e principalmente as ações aplicadas para minha carteira e objetivos.


Além de ler posts e artigos sobre o tema, vi muito conteúdo gringo no YouTube e fiz uso de IA para me ajudar no entendimento.


Vamos ao meu perfil e objetivos - Algumas informações vou ocultar para manter meu anonimato. Usei todas essa informações para os estudos e interações com a IA.

  • Idade: faixa dos 40 anos
  • Renda líquida: 22k/mês
  • Aporte médio mensal: 10k/mês
  • Despesas mensais básicas médias (após aposentadoria, inclui plano de saúde): 12.000/mês
  • Renda passiva esperada no usufruto:
    • Cenário 1 – Conservador – 15.000/mês
    • Cenário 2 – Moderado – 18.000/mês
    • Cenário 3 – Desafiador – 22.000/mês
  • Bônus anual que não tem relação com a renda bruta (líquido): 200 mil /ano – Aportado integralmente
  • Patrimônio atual: (2.250 milhões), reserva de emergência com liquidez imediata: 200 mil, reserva de emergência total em caso de desemprego: 400 mil
  • Seguro de vida: Apólice de 1 milhão
  • Seguro em vida (invalidez, doença grave, internação, etc.): 600 mil
  • Perfil de investidor: Moderado a agressivo
  • Objetivo: Gerar renda passiva daqui 8 a 10 anos e essa renda durar por 35 anos com consumo do principal.
  • Sucessão: Não há preocupação com herança e não tenho intenção de suceder o capital, mas também não quero correr risco de ficar sem renda durante o usufruto.
  • A partir dos 65 anos, terei um complemento de renda do INSS correspondente a valores de hoje a 3 salários mínimos. Pago INSS sobre o teto há mais de 15 anos, mas com certeza até a hora de me aposentar, vão rolar reformas que vão mudar o jogo com a bola rolando.

 

Considere a minha carteira:

  • 30% renda fixa nacional em reais brasileiros. Compõem essa parte da carteira
    • Balde 1 — LIQUIDEZ (consumo imediato): Tesouro Selic
    • Balde 2 — Proteção contra INFLAÇÃO: B2P511
  • 70% renda variável em dólar. Balde 3 – Crescimento, dividida na seguinte carteira:
    • 60% VT, 20% VBR e 20% VXUS


A conclusão da IA foi brutal: cadê a sua alocação em renda fixa para a fase de usufruto?


Para minha surpresa eu estava cometendo um erro primário na minha alocação: estava focando muito pouco em construir a montagem dos baldes 1 e 2 da minha estratégia FIRE. Resumindo: aportes concentrados em RV e poucos recursos direcionados para renda fixa.


Quem acompanha o blog sempre vê o gráfico abaixo nos fechamentos:



Mas ansioso, você já não possui alocação de cerca de 30% em renda fixa?

Sim cara pálida, mas para os meus objetivos e renda desejada, o ideal segundo os estudos é uma alocação de cerca de 50% para a fase de usufruto. E aqui mora o problema: meu foco nos aportes estava sendo 100% em renda variável.


Como minha filosofia é de evitar ao máximo girar a carteira, preciso começar agora os aportes para aumentar o percentual de renda fixa do meu patrimônio afinal, meu horizonte FIRE não está tão longe assim.


Sim, vou usar a teoria dos 3 baldes, não vou explicar como funciona essa abordagem, vou limitar a descrever como vou estruturar aqui para o cenário da minha carteira.


#

Objetivo

Qual ativo utilizado?

Quanto alocado?

Quando reabastecer?

1

Utilizado para bancar as despesas no período FIRE. Esse balde é sempre abastecido pelo balde 2.

Tesouro Selic + fundo DI

60 meses de despesas

Quando alcançar 36 meses de despesa.

2

Utilizado para proteger o patrimônio contra a inflação e evitar venda de ações em momentos de bear market. Alimenta o balde 1 quando este chega em seu nível mínimo.

Fundo B5P21, ETF de renda fixa que visa superar a inflação.

84 meses de despesa

Quando alcançar 60 meses de despesa.

3

Balde de crescimento. Minha alocação em renda variável em USD, usado para alimentar o balde 2. Nunca deve ser usado para pagamento de despesas, sua função é alimentar o balde 2 em momentos de bull market ou apreciação USD x BRL.

ETFs em USD.

Todo o restante da carteira.

Quando entrar renda extra.

O que vou fazer daqui para frente: equilibrar os aportes entre BRL e USD nos próximos anos. Não vou fazer nenhuma venda e o equilíbrio da carteira virá de grana nova.


📅 Roadmap até a aposentadoria - Indicação da IA

 

Fase 1 — Acumulação ativa (43–48 anos)

  • Direcionar 100% da nova poupança para RF Brasil (Selic, IPCA, Renda+, FGTS otimizado).
  • Manter RV USD compondo, sem aportes adicionais.
  • Meta: chegar aos 48 anos com mix ~40% BRL / 60% USD.

 

Fase 2 — Pré-usufruto (48–51 anos)

  • Construir o Balde 1 (Selic) com 5 anos de despesa = R$ 900k a R$ 1,1M.
  • Iniciar montagem do Balde 2 (B5P211 + NTN-B 2045).
  • Travar IPCA+ enquanto taxas estão historicamente altas.
  • Iniciar contribuição facultativa ao INSS.

 

Fase 3 — Usufruto inicial (51–65 anos)

  • Sacar 100% da renda do Balde 1.
  • Reabastecer Balde 1 do Balde 2 em janelas previsíveis.
  • Reabastecer Balde 2 do Balde 3 somente em janelas favoráveis (USD/BRL alto, mercado em alta).
  • Acompanhar peso do Balde 3 — se passar de 70% por valorização, rebalancear oportunisticamente.

 

Fase 4 — Usufruto com INSS (65–86 anos)

  • INSS cobre ~25–30% da despesa (em valor real).
  • Pressão sobre o portfólio cai ~25%.
  • Considerar simplificar: migrar parte do Balde 3 para Balde 2 para reduzir volatilidade conforme idade avança.


Neste momento entendo como câmbio super favorável ao investimento em USD e farei o possível para não perder a oportunidade, mas preciso iniciar a estruturação dos baldes 1 e 2 de imediato caso contrário, terei que vender ativos de renda variável  quando estiver próximo do FIRE.


Um dos grandes riscos para a FIRE é a famosa sequência de retorno negativa nos primeiros anos da aposentadoria, que é quando o mercado passa a cair justamente n o momento em que você precisa sacar, vendendo ativos em baixa.


O colchão em renda fixa (baldes 1 e 2) ajuda a mitigar esse risco, por isso, a hora de iniciar a construção é agora.


✅ Conclusão final da IA sobre o meu plano:

 

Pontos fortes:

  1. Plano matematicamente viável com folga em todos os cenários.
  2. Arquitetura de 3 baldes robusta a sequence-of-returns risk.
  3. Escolha do B5P211 (vs IMAB11) é coerente — RV USD é o motor, RF brasileira é a ponte.
  4. Disposição de consumir principal aumenta eficiência do plano.
  5. Camadas de proteção (seguros, reserva, INSS) bem dimensionadas.


Até o próximo post leitores.

sábado, 11 de abril de 2026

Valorização do real frente ao dólar e realocação da carteira

Olá leitores, tudo bem?

Como estão os aportes de vocês? Tem aproveitado essa valorização do real?

Na minha humilde opinião de merda, estamos diante de uma ótima janela para aumentar a exposição em moeda forte.

Quem falar que o dólar vai subir ou cair daqui pra frente não faz nada mais do que um exercício de futurologia, ninguém sabe pra onde o mercado vai.

O foco aqui é no longo prazo e no longo prazo sabemos que o real tende a se desvalorizar frente ao dólar.

No próximo fechamento darei maiores detalhes, mas adianto que fiz um grande movimento na carteira, estou aos poucos me desfazendo de todos os FIIs que possuo, convertendo todo o patrimônio em USD e redistribuindo em ETFs dolarizados.

Não adicionei nenhum ativo novo, apenas fiz a venda, o câmbio e distribui de acordo com a alocação já definida. Sei que um dos mantras de todo investidor deve ser nunca gerar a carteira, mas confesso que há tempos vinha me incomodando com os proventos, emissões (diluição) de cotas e principalmente, valorização desses ativos.

Antes de tomar a decisão, fiz um cálculo breve de quanto imposto deveria pagar, e para minha enorme surpresa em mais de 50% dos ativos houve prejuízo a compensar e não imposto a pagar, o que me deu mais força ainda para executar a operação. 

E olha que eu não tinha nenhum FII lixo na minha carteira, basicamente tinha 10 itens todos “famosinhos” e bem diversificados. Além disso, reinvesti 100% de todos os dividendos recebidos nos últimos 6 anos.

Com essa janela do Real se apreciando frente ao dólar fiz a venda de 1/3 da minha carteira nessa semana e os 2/3 restantes o farei nas próximas semanas, cravando assim um preço médio no dólar.

Basicamente quero alcançar dois objetivos com essa ação:

  1. Me desfazer de ativos que requerem maior acompanhamento que possui baixo desempenho: FIIs.
  2. Simplificar a minha carteira ainda mais e aumentar a exposição em moeda forte.
Sei que posso ainda ser surpreendido por uma queda ainda maior do dólar, ninguém sabe o futuro, mas entendo que estamos diante de uma ótima janela de dolarização.

No próximo fechamento trago os detalhes, é bem provável que minha exposição a USD Fique na faixa de 70% do patrimônio.

Até o próximo post pessoal.

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Fechamento mensal - R$ 2.201.263,80 - Março 2026

Olá leitores, tudo bem?

  • Patrimônio: R$ 2.201.263,80
  • Distribuição do patrimônio:
    • Brasil: R$ 997.746,80
    • USD: R$ 1.203.517,00
  • Dólar em 31/03: R$ 5,17
  • Crescimento (MoM): - 2,19%
  • TSR (4,5% ano) mês: R$ 8.254,74
  • Despesas mensais: R$ 12.200
  • % aporte sobre renda: 43%
  • Dividendos do mês: R$ 4.994,04

Eis que uma guerra entra no mês de Março e balança todo o mercado.




Mês com queda no patrimônio, confesso que esperava um fechamento até menor e o valor me surpreendeu de maneira positiva.


Renda variável varia, quem olha para o portfólio e se desespera com quedas cometeu um erro básico: colocou mais do que deveria em ações.


Claro que é ruim ver a queda, mas o plano é o longo prazo, nele que o jogo é vencido. 


Nada muda na estratégia e tão importante quanto não se preocupar é manter os aportes nesses momentos de queda, esses valores fazem uma enorme diferença ao longo do tempo.


Sem mais delongas, vamos aos números do fechamento desse mês. 





sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Fechamento mensal - R$ 2.250.591,03 - Fevereiro 2026

Olá queridos leitores, tudo bem com vocês? 
  • Patrimônio: R$ 2.250.591,03
  • Distribuição do patrimônio:
    • Brasil: R$ 1.008.544,53
    • USD: R$ 1.242.046,50
  • Dólar em 30/01: R$ 5,13
  • Crescimento (MoM): + 12,81%
  • TSR (4,5% ano) mês: R$ 8.439,72
  • Despesas mensais: R$ 12.213
  • % aporte sobre renda: 41%
  • Dividendos do mês: R$ 4.698,90
    • FIIs: R$ 4.518,76
    • USD: 180,14

Fevereiro além do mês de Carnaval, é a época mais feliz do ano na parte financeira: Mês que recebo o bônus.

Esse é o grande diferencial da minha atual posição e representa uma parte brutal dos meus aportes, sendo maior do que os valores regulares na somatória do ano.

Não por acaso, se vocês observarem o gráfico de crescimento do patrimônio, em Fevereiro sempre temos um pico de crescimento.


Basicamente o que fiz com esse bônus foi pagar despesas da viagem para a Aruba, juntar uma grana para a viagem do meio do ano (em breve maiores detalhes) e aportar no resto. 

Como o bônus é um rendimento extraordinário e não comum no mercado, avalio com muito cuidado qualquer gasto desse recurso e se o faço, evito passivos e invisto em experiências. Sempre tive a meta de investir no mínimo 70% da grana recebida.

Nesse ano não tive nenhuma dúvida: Fui 100% em USD, ainda mais com essa cotação e considerando que esse ano temos eleições. Essa ação desequilibrou a carteira na diferença de moedas e fugiu da nossa distribuição 50/50, mas faz parte e temos que aproveitar as oportunidades do momento.

Vou ser bem sincero: Cogitei por alguns instantes investir essa grana em algum fundo DI e aguardar uma queda ainda maior do dólar. Entendo bulhufas de análise gráfica, mas todos os analistas estão bem firmes falando que a moeda americana está em franca tendência de queda.

Mesmo com essas informações, tentar fazer timming nunca termina bem para o investidor sardinha como nós, ainda mais com um volume tão expressivo (10% da carteira). Fiz o câmbio tão logo a grana caiu na conta e já mandei minhas ordens na NYSE.

Sobre o fechamento mensal, já tinha dado spoiler neste post sobre o alcance do segundo milhão, com o bônus, ultrapassei a casa dos 2.250MM em patrimônio, ou seja, 25% do terceiro milhão já foram!

Como esse é um aporte bem atípico, nem sei qual foi a rentabilidade da carteira nesse mês, mas vi que o mercado não deu nenhum repique (positivo/negativo), vamos acompanhar a carteira nos próximos meses.

Sem mais delongas, vamos aos números e dados do fechamento mensal.







Até o próximo post pessoal.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Viagem para Aruba

Olá leitores tudo bem?


Atendendo a pedidos, esse será um post diferente, vou falar da minha recente viagem para Aruba.



Antes de dar detalhes é importante ressaltar que aqui reflete a minha opinião, percepção de mundo, experiências de viagens anteriores e o quanto estava disposto a gastar.


Viajo com bastante frequência, procuro fazer de duas viagens internacionais por ano, no Caribe conheço com maior profundidade os locais abaixo:


  • Curaçao
  • Cancún / Playa Del Carmen - México
  • San Andres - Colômbia 
  • Havana - Cuba


Listei esses pois foram destinos que me hospedei e fiquei um tempo considerável, conheço muitos outros destinos no Caribe, mas todos em paradas de Cruzeiro, ficando apenas algumas horas, o que não dá profundidade no local. Se quer detalhes sobre como é um Cruzeiro pelo Caribe, veja neste post.



Belezura de praias


Vamos primeiro falar da logística, Aruba é um local de fácil acesso para nós brasileiros, há um voo direto saindo do aeroporto de Guarulhos às quartas e sábados voltando ao Brasil no mesmo dia.


Para duas pessoas, paguei cerca de R$4300 com as taxas na passagem de ida e volta, achei um valor justo voo normal em avião que são feito os voos domésticos da Gol como não é tão longe, o avião possui autonomia para chegar até lá. São cerca de 5h30 de voo, serviço de bordo normal e chegada e saída tranquila afinal a ilha não recebe tantos voos assim.


As outras opções para chegar na ilha são via Bogotá na Colômbia pela Avianca, e via Panamá com a Copa Airlines. 


Sobre a hospedagem fiquei em um hotel/pousada chamado local, decidi não gastar muito com hospedagem, focando no custo x benefício.


Aqui entra no meu primeiro comentário Veredicto sobre a ilha: lá é um lugar bem caro quando comparado com outros destinos da região, sendo voltado para o público americano em férias. Nesse hotel paguei R$3.600 por cinco noites, e foi o melhor custo x benefício que encontrei nas pesquisas.


Não costumo economizar com hotéis, mas a ilha tinha preços bem salgados faça uma pesquisa no Google para terem ideia dos números.



Preços na ilha em USD, bem salgados para nós que ganhamos em BRL


Como em todo o Caribe, não espere uma estrutura de praia como temos no Brasil, há sim restaurantes, aluguéis de guarda-sol e cadeiras, mas com preços bem altos e nas barracas de praia não é esperado que você passe todo dia como estamos acostumados, elas são feitas para você sentar fazer a sua refeição e depois meter o pé.


A vantagem é que toda a ilha e hotéis já são  preparados para suprir essa falta de estrutura. A quiosques (palhoças) públicas nas praias, os hotéis (pelo menos o que fiquei) possuem cadeiras de praia e cooler e todos os mercados possuem venda de gelo e bebidas.


Aluguei um carro bem simples e modesto, e rodei algumas praias e aqui mora o ponto alto: como são bonitas! No Brasil nunca encontrei praias com essa beleza.


A ilha não é muito grande, mas explorei cerca de cinco a seis praias diferentes em todos os dias que estive lá.


Gastronomia e atendimento me surpreenderam positivamente

Total dos gastos - para 2 pessoas, em BRL:

  • Passagens: 4.300
  • Hospedagem: 3.600
  • Aluguel do carro: 1.400
  • Gastos com bebidas, aluguéis, alimentação e despesas gerais: U$ 1.100 - Cotação de 5,20: 5.720


Total geral: R$ 15.020


Meu veredito: Sim valeu a pena, mas se quer conhecer o Caribe, há melhores opções de custo x benefício e indicaria San Andres e Curação para uma primeira viagem e se o orçamento estiver apertado.


Até o próximo post pessoal.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Post extra: Cheguei a 2 milhões de reais

Post extraordinário, o investidor ansioso acabou de atingir a marca de 2 milhões de reais.



12 de Fevereiro de 2026. Data a ser cravada como o alcance do segundo milhão.


Ainda não é post de fechamento, mas como entro de férias semana que vem, recebi hoje a grana das férias e o adiantamento do 13º, somado a alta do mercado nos últimos dias, bati a marca simbólica.


Para ser mais exato, segundo meus cálculos estou hoje com algo em torno de 2.013.000.


Não estranhem o próximo fechamento, pois neste mês recebo o bônus anual e teremos uma turbinada no patrimônio.


Fato curioso: Alcancei o 1 milhão em 28/02/2024, levei cerca de 12 anos investindo consistentemente e hoje, menos de 2 anos depois, chego ao segundo.


Será que o terceiro vem antes de 2 anos também? A conferir …


Até logo pessoal.