Post extraordinário, o investidor ansioso acabou de atingir a marca de 2 milhões de reais.
12 de Fevereiro de 2026. Data a ser cravada como o alcance do segundo milhão.
Ainda não é post de fechamento, mas como entro de férias semana que vem, recebi hoje a grana das férias e o adiantamento do 13º, somado a alta do mercado nos últimos dias, bati a marca simbólica.
Para ser mais exato, segundo meus cálculos estou hoje com algo em torno de 2.013.000.
Não estranhem o próximo fechamento, pois neste mês recebo o bônus anual e teremos uma turbinada no patrimônio.
Fato curioso: Alcancei o 1 milhão em 28/02/2024, levei cerca de 12 anos investindo consistentemente e hoje, menos de 2 anos depois, chego ao segundo.
Será que o terceiro vem antes de 2 anos também? A conferir …
Janeiro já olhou para um lado, tocou para o outro estilo Ronaldinho gaúcho e aqui já estamos quase em Fevereiro.
Esse segundo milhão está demorando a dar o ar da graça. A caminhada FIRE é assim, um passo pro lado ou pra trás e depois dois pra frente.
Apesar dos mercados estarem em alta tanto aqui, quanto la fora, o real vem se valorizando fortemente frente ao dólar, o que acaba que “anula” o resultado geral da minha carteira.
Sem stress, sem pressa e sem alterações no plano ou giro de carteira.
Sigo firme nos aportes em USD e nesse mês de fevereiro recebo o meu bônus, minha alocação é sempre 50/50 mas com essa cotação do dólar não vou dividir os aportes, pra mim é compra forte nessa banda de 5,20-5,30 e devo aportar 100% em verdinhas.
Nosso país possui problemas estruturais graves, esse ano teremos volatilidade por conta das eleições e mais um mandato do PT se avista no horizonte.
Logo, todos esses fatores me direcionam pra essa decisão, espero não estar errado e o longo prazo me julgará.
Mês sem muitas novidades, exceto o baixo percentual de aporte, provocado em sua totalidade dos impostos de início do ano pagos ao nosso querido governo.
Carnaval chegando e com ele vem uma nova viagem, dessa vez irei para um destino no Caribe, o desfrute também faz parte do processo FIRE cara pálida.
Essa belezura me aguarda em breve!
Depois do feriado devo postar aqui a estratégia de alocação do meu bônus, nada fora dos ativos que já estão na carteira e foco em USD, depois compartilho com vocês.
Aproveitando esse meio de mês para compartilhar com vocês um processo que fiz recentemente e que achei pouca referência na internet.
Fiz a migração dos meus investimentos no exterior, mudei da Avenue para o Inter.
Apesar de ser cliente da Avenue há mais de cinco anos, havia pontos que me incomodavam muito no serviço prestado:
Taxas de corretagem: variavam entre $2,50 a $10 dependendo do valor da ordem. Pense nisso no longo prazo para o investidor como eu que envia uma média de duas ordens por mês.
Grande spread no câmbio: eles têm uma das taxas mais altas do mercado.
Nenhum tipo de benefício tendo em vista o valor investido: para quem é correntista do Itaú você avança no programa de fidelidade deles mas nada muito relevante.
Suporte muito pobre e devagar: todas as vezes que precisei demorou um tempo considerável para atendimento.
Vocês que acompanham os fechamentos sabem que tenho um valor expressivo no exterior (quase 1 milhão de reais) e passei a achar muito injusto a relação de retorno do serviço prestado.
Quando comecei a investir no exterior a oferta de corretoras brasileiras era muito baixa, sendo a Avenue precursora nesse mercado. Para investimentos aqui no Brasil já uso a XP e o Inter e já vinha namorando há muito tempo sair do Avenue.
O que me motivou a escolher o Inter? Basicamente o meu relacionamento que tenho com eles na gestão da minha carteira de FIIs, a inexistência de taxa de corretagem e o benefício de troca de segmento devido o valor investido, com a portabilidade virei cliente Inter Win, o seguimento mais alto deles.
Além de uma série de isenções, suporte e benefícios, tenho acesso limitado a salas vip nos aeroportos através do programa Priority Pass, como viajo muito a trabalho, este é um benefício que me interessa bastante.
O processo não é simples, diria que pouco intuitivo e manual em alguns passos. Vou listar cada um deles aqui:
1 - Vou pular a parte de abrir conta no Inter pois já sou clientes deles há cerca de três anos e toda a minha carteira de FIIs já estava com eles.
2 - Habilite sua conta no exterior dentro da plataforma do Inter: Essa parte é fácil simples e intuitiva. Simplesmente li alguns contratos, assinei os termos e pronto já tive o número da minha conta.
3 - Na época em que fiz a portabilidade (Dez/25), não havia uma opção explícita de realizar essa operação tal como ocorre para investimentos nacionais, tive que entrar em contato com o atendimento digital explicar toda situação, na sequência me enviaram um formulário por e-mail para preenchimento e assinatura.
4 - Essa parte do envio e assinatura do formulário é bem rudimentar diga-se de passagem, é um formulário na plataforma Docusign no qual você preenche os dados da sua corretora de origem mas os dados da corretora de destino assina digitalmente e envia o extrato da sua corretora antiga e a foto do passaporte para identificação pessoal.
5 - Recebi o e-mail confirmando a análise do pedido, cerca de sete dias depois meus investimentos foram cortados totalmente para o Inter.
Pontos de atenção:
Minha primeira solicitação foi negada, motivo: a Avenue cobrou $75 USD de taxa de saída para o caso de portabilidade. Não sei se essa taxa é deles ou da bolsa americana, o fato foi que tive que pagar. Como não mantenho o saldo ativo na corretora, houve essa negativa. Fiquei sabendo via comunicação por e-mail do Inter.
Deixei o saldo na corretora e repeti todo processo (preencher o formulário, assinar e enviar os documentos).
Na segunda vez, cerca de uma semana depois os investimentos foram portados para o Inter.
Com um mês como cliente também no segmento internacional, posso afirmar que valeu muito a pena principalmente pela isenção de taxa de corretagem.
Esse mercado de corretoras virou commodity e não faz sentido a Avenue continuar com as altas taxas e ausência de benefícios.
Chegamos ao último fechamento do ano, 2026 é logo ali. Que reta final de ano senhores! Por alguns momentos, achei que iria ultrapassar a marca dos 2MM.
O mercado americano e nacional subiram e para minha surpresa o dólar chegou a beliscar os R$5,60, gerando um forte aumento no patrimônio.
Batemos na trave da marca simbólica, a queda da cotação do dólar no último pregão do ano também contribuiu bastante. O prêmio de consolação foi o crescimento em relação ao fechamento de Novembro, para ser mais exato R$ 80.928,08 entraram no patrimônio.
Contribuíram para a subida deste mês:
Subida do IFIX/FIIs: Ativo que compõe cerca de 25% da minha carteira.
Aporte extra na previdência para obter benefício no IR 2026.
Recorde de dividendos em USD, Dezembro é um mês que sempre há uma boa distribuição.
13º salário e dinheiro em caixa para pagar as despesas de início de ano.
Mesmo com essa soma de fatores, confesso que esperava terminar o ano com patrimônio na casa dos 1.950MM, eis que tive uma subida maior do que o esperado.
Será que o segundo milhão vem antes do bônus? No andar da carruagem é bem provável, iremos conferir e dou a notícia por aqui caso se concretize.
Mês corrido no trabalho, fechamento, confraternizações e muitas viagens, esse ano a coisa só foi desacelerar por volta do dia 22/12, ritmo bem puxado.
Não estava planejando viajar nesse réveillon, mas como meu companheiro(a) conseguiu uma folga de última hora somado a esse repique para o alto no patrimônio, tomei coragem para fechar uma viagem de última hora para o Nordeste.
É óbvio que paguei um rim no pacote, mas o desfrute também faz parte do processo e como viagens são um dos poucos gastos que me dou o luxo de realizar, vamos pra cima.
Espero ao longo desse mês trazer o post de fechamento de ano, mas já adianto que o resultado foi bem positivo e com crescimento expressivo da carteira.
Vamos aos gráficos do fechamento desse mês.
Feliz 2026 a todos, obrigado pela audiência e continuem sintonizados!
Chegamos ao fechamento do mês de Novembro, eis que adentramos no último mês desse ano de 2025.
O fechamento desse mês pra mim foi uma baita supresa, pois esperava uma queda no patrimônio devido as oscilações da bolsa no início do mês e com esse dólar de lado (com tendência de queda).
Além da queda no mercado, tive uma despesa extraordinária que irá me acompanhar nesse e nos próximos 3 meses, o que impactou um pouco no % aportado neste mês.
Confesso que na segunda quinzena não acompanhei muito os indicadores, exceto pela queda no Bitcoin e pra mim, o fechamento viria com resultado negativo.
Eis que o mercado nos surpreende e tivemos um leve crescimento na carteira, ficando muito próximo (batendo na trave) dos 1,9MM de patrimônio.
Com esse fechamento e com os rumos do mercado, agora fica mais claro que o segundo milhão ficará para 2026, mais especificamente em Fevereiro, quando recebo o bônus. Ainda não é post de fechamento anual, mas caminhamos para ter um excelente ano como foi 2024, a conferir.
Além da boa notícia com o crescimento da carteira em um mês adverso, outra boa nova foi que conclui a pós-graduação que estava tocando esse mês, foi bem mais difícil e complicado do que previ, o saldo no final é positivo, mas confesso que esperava mais do curso. Faz parte e segue o jogo.
Em 2026 já decidi que não farei nenhum curso formal, vou me dedicar aos estudos por conta própria como vinha fazendo nos últimos anos.
Fim de ano é a mesma correria de sempre, fechamento, orçamento e planejamento para o próximo ano. Muitas viagens no trabalho e correria para fechar as entregas.
Espero na semana que antecede o Natal dar aquela desacelerada e começar a refletir o que foi bom, o que precisa melhorar e o que vou focar em 2026.
Esse ano já decidi que não vou viajar e me recolher em casa, não terei férias no período e é costume ser uma época mais tranquila no trabalho. Além disso, pelo o que vi no calendário, teremos bons dias de descanso devido aos feriados.